terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

A formação profissional no século XXI: desafios e dilemas

Edna Lúcia da Silva
Doutora em Ciência da Informação – UFRJ-Eco/CNPQ-Ibict Professora do Departamento de Ciência da Informação. Centro de Ciências da Educação. Universidade Federal de Santa Catarina.
E-mail: els@newsite.com.br

Miriam Vieira da Cunha
Doutora em Ciência da Informação – CNAM, Paris. Professora do Departamento de Ciência da Informação. Centro de Ciências da Educação. Universidade Federal de Santa Catarina.
E-mail: mcunha@unetsul.com.br

INTRODUÇÃO

A chegada do século XXI vem marcada com algumas características: o mundo globalizado e a emergência de uma nova sociedade que se convencionou chamar de sociedade do conhecimento. Tal cenário traz inúmeras transformações em todos os setores da vida humana. O progresso tecnológico é evidente, e a importância dada à informação é incontestável. O progresso tecnológico atua, principalmente, como facilitador no processo comunicacional. Agora é possível processar, armazenar, recuperar e comunicar informação em qualquer formato, sem interferência de fatores como distância, tempo ou volume. Para González de Gómez1, “trata-se de uma revolução que agrega novas capacidades à inteligência humana e muda o modo de trabalharmos juntos e vivermos juntos”.

O mundo globalizado da sociedade do conhecimento trouxe mudanças significativas ao mundo do trabalho. O conceito de emprego está sendo substituído pelo de trabalho. A atividade produtiva passa a depender de conhecimentos, e o trabalhador deverá ser um sujeito criativo, crítico e pensante, preparado para agir e se adaptar rapidamente às mudanças dessa nova sociedade.

O diploma passa a não significar necessariamente uma garantia de emprego. A empregabilidade está relacionada à qualificação pessoal; as competências técnicas
deverão estar associadas à capacidade de decisão, de adaptação a novas situações, de comunicação oral e escrita, de trabalho em equipe. O profissional será valorizado
na medida da sua habilidade para estabelecer relações e de assumir liderança. Para Drucker2, “os principais grupos sociais da sociedade do conhecimento serão os ‘tra-
balhadores do conhecimento”’, pessoas capazes de alocar conhecimentos para incrementar a produtividade e gerar inovação.

Na perspectiva do trabalho na sociedade do conhecimento, a criatividade e a disposição para capacitação permanente serão requeridas e valorizadas. As
tecnologias de informação e comunicação estão modificando as situações de trabalho, e as máquinas passaram a executar tarefas rotineiras em substituição aos seres
humanos.
Texto completo disponível em :www.scielo.br/pdf/ci/v31n3/a08v31n3.pdf

ASSEMBLÉIA SEPELAGOS

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

DESABAFO

Na fila do supermercado, o caixa diz uma senhora idosa:
- A senhora deveria trazer suas próprias sacolas para as compras, uma vez que sacos de plástico
não são amigáveis ao meio ambiente.
A senhora pediu desculpas e disse:
- Não havia essa onda verde no meu tempo.
O empregado respondeu:
- Esse é exatamente o nosso problema hoje, minha senhora. Sua geração não se preocupou o suficiente com nosso meio ambiente.
- Você está certo - responde a velha senhora - nossa geração não se preocupou adequadamente com o meio ambiente. Naquela época, as garrafas de leite, garrafas de refrigerante e cerveja eram devolvidos à loja. A loja mandava de volta para a fábrica, onde eram lavadas e esterilizadas
antes de cada reuso, e eles, os fabricantes de bebidas, usavam as garrafas, umas tantas outras vezes.
Realmente não nos preocupamos com o meio ambiente no nosso tempo. Subíamos as escadas, porque não havia escadas rolantes nas lojas e nos escritórios. Caminhamos até o comércio, ao invés de usar o nosso carro de 300 cavalos de potência a cada vez que precisamos ir a dois quarteirões.
Mas você está certo. Nós não nos preocupávamos com o meio ambiente. Até então, as fraldas de
bebês eram lavadas, porque não havia fraldas descartáveis. Roupas secas: a secagem era feita por nós mesmos, não nestas máquinas bamboleantes de 220 volts. A energia solar e eólica é que realmente secavam nossas roupas. Os meninos pequenos usavam as roupas que tinham sido de seus irmãos mais velhos, e não roupas sempre novas.

Mas é verdade: não havia preocupação com o meio ambiente, naqueles dias. Naquela época só tínhamos somente uma TV ou rádio em casa, e não uma TV em cada quarto. E a TV tinha uma tela do tamanho de um lenço, não um telão do tamanho de um estádio; que depois será descartado como?
Na cozinha, tínhamos que bater tudo com as mãos porque não havia máquinas elétricas, que fazem tudo por nós. Quando embalávamos algo um pouco frágil para o correio, usamos jornal amassado para protegê-lo, não plástico bolha ou pellets de plástico que duram cinco séculos para começar a degradar. Naqueles tempos não se usava um motor a gasolina apenas para cortar a grama, era utilizado um cortador de grama que exigia músculos. O exercício era extraordinário, e não precisava ir a uma academia e usar esteiras que também funcionam a eletricidade.
Mas você tem razão: não havia naquela época preocupação com o meio ambiente. Bebíamos diretamente da fonte, quando estávamos com sede, em vez de usar copos plásticos e garrafas pet que agora lotam os oceanos. Canetas: recarregávamos com tinta umas tantas vezes ao invés de comprar outra. Abandonamos as navalhas, ao invés de jogar fora todos os aparelhos 'descartáveis' e poluentes só porque a lâmina ficou sem corte.
Na verdade, tivemos uma onda verde naquela época. Naqueles dias, as pessoas tomavam o bonde ou ônibus e os meninos iam em suas bicicletas ou a pé para a escola, ao invés de usar a mãe como um serviço de táxi 24 horas. Tínhamos só uma tomada em cada quarto, e não um quadro de tomadas em cada parede para alimentar uma dúzia de aparelhos. E nós não precisávamos de um GPS para receber sinais de satélites a milhas de distância no espaço, só para encontrar a pizzaria mais próxima.
Então, não é risível que a atual geração fale tanto em meio ambiente, mas não quer abrir mão de nada e não pensa em viver um pouco como na minha época?
(Agora que você já leu o desabafo, envie para os seus amigos que têm mais de 50 anos de idade... )

Obs.: recebido por e-mail da colega Leila Paula em 28-09-2011.

segunda-feira, 25 de julho de 2011

ESQUEMA PARA CONSTRUÇÃO DE PESQUISA

É um dos vários caminhos a serem trilhados para a consecução da pesquisa.
Espera-se que este seja um esquema que possa facilitar a vida de quem queira desenvolver tal mecanismo para a construção de conhecimentos.


domingo, 8 de maio de 2011

Muitos anos casados? PROFUNDO ...

Recebi o e-mail de um grande Irmão (Dr. Luiz Fernando Seco de Azevedo), que a todo instante está enviando algumas pérolas para mim. Essa é uma delas.Inseri um pouco de mim na história (identificado em itálico e sublinhado), visando contextualizá-la.
Cabe dizer, que o Nando, além das coisas profundas e sérias, e de forte apelo reflexivo sobre as coisas da vida terrena e da vida espiritual, reforço, o Nando é um palhaço. Olhem o que ele me mandou:

Segundo domingo de maio, uma das datas mais emotivas e bem lembradas por tod@s. Estávamos, eu e minha mulher, depois de um churrasquinho na área de serviço de nossa casa como prato principal do nosso almoço comemorativo do dia das mães,sentados na sala, falando das muitas coisas da vida.
Falávamos de viver; morrer. Então, eu lhe disse:

-Nunca me deixe viver em estado vegetativo, dependendo somente de máquinas e líquidos. Se você me vir nesse estado, desligue tudo o que estiver me mantendo vivo, por favor!

Ela se levantou, desligou a televisão, o computador , o ventilador e jogou minha cerveja fora.

Não é uma sacana?

sábado, 7 de maio de 2011

MENGA LÜDKE DEU A PALESTRA E... FOI BRILHANTE!

Como a palestra da profª. Menga Lüdke, uma das mais respeitadas e importantes pesquisadoras em educação do país, ocorreu no dia 05/05 e ninguém fez comentários, hipoteticamente acredito que as pessoas não pretendem seguir as recomendações norteadas por ela ou, realmente, não querem ler e comentar as matérias que publico aqui.
A propósito, o tema do encontro com MENGA LÜDKE foi "O curso de Mestrado como via de preparação do professor da Educação Básica para a pesquisa."
No texto de divulgação do encontro, ainda escrevi: "Quem alimenta o sonho de ingressar num curso de Mestrado, participar desses eventos é o caminho para tal e desenvolver pesquisas, publicar os resultados e divulgá-los em congressos, seminários etc".

sábado, 30 de abril de 2011

Convite para assistir a profª Drª MENGA LÜDKE

Recebi o convite e estou repassando para quem interessar possa. A Drª Menga Lüdke é uma das mais respeitadas pesquisadoras no campo da educação no país.
Quem alimenta o sonho de ingressar num curso de Mestrado, participar desses eventos é o caminho para tal e desenvolver pesquisas, publicar os resultados e divulgá-los em congressos, seminários etc.


Prezado FRANCISCO CARLOS DE MATTOS
Convidamos para a palestra das Professoras Drª Menga Lüdke (PUC-Rio/UCP) e Priscila Rodrigues (doutoranda/PUC –Rio)
Título: "O curso de Mestrado como via de preparação do professor da Educação Básica para a pesquisa”

Local: UERJ, Campus Maracanã, Auditório do PROPEd, Sala 12037 F
Data: 05 de maio às 13:30 h.
Entrada livre.
Profas Ligia Aquino e Vera Vasconcellos

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Preocupações com a gestão das salas de aula

Supervisor ou Coordenador Geral agora? Baixou o espírito do professor de Didática?
Na verdade o incômodo surgiu por parte do elemento de uma equipe pedagógica, que emprestando o seu olhar técnico-profissional, começou a perceber que alguma coisa não estava funcionando a contento.
Estava preocupante o número de alunos postos para fora das salas de aula por problemas de, segundo os professores, indisciplina. E pensar que o mês de abril ainda nem terminou.
A sala da Orientação Educacional, nos dias desse profissional, em intervalos de vinte minutos, aproximadamente, ficava lotada. Muitas vezes havia "congestionamento" e a alternativa era buscar um atalho, desembocando na direção da escola com a diretora ou o vice.
Se foge dos ditos padrões de normalidade didático-pedagógica, alguma coisa tem que ser feita para reverter o problema... e ele existe... e é preocupante...
Direção, Orientação Educacional e Supervisão Escolar entenderam que já era chegada a hora de uma pausa para reflexão. Algumas sugestões serão apresentadas e outras construídas coletivamente num breve encontro com os professores.
A OE irá pontuar a importância do planejamento de ensino, resgatando alguns elementos didáticos, principalmente a: 1)Formulação dos Objetivos; 2)Seleção e Organização dos Conteúdos; 3)Seleção e Organização dos Procedimentos de Ensino (Estratégias de Ensino), e; 4) Seleção e Organização de Procedimentos de Avaliação.
Além disso, será disponibilizado um texto¹ (Gestão da sala de aula, de Rosilda Maria Alves)como instrumento provocador de debates para a busca de possíveis soluções para a questão que nos incomoda.
¹. ALVES, Rosilda Maria. Gestão da sala de aula. Disponível em www.ufpi.br/subsiteFiles/ppged/arquivos/files/eventos/.../GT1_9_2004.pdf

domingo, 24 de abril de 2011

EU ERA FELIZ E NÃO SABIA

Gente querida,
"velh@s" companheir@s do espaço virtual,
Brevemente estarei retomando as "rédeas" do bom e velho MEKETREPHE. Fiz uma experiência em outro espaço virtual e percebi o quanto este, durante um bom tempo, me fez feliz. Aquela frase há muito conhecida -eu era feliz e não sabia- fazia parte do meu dia-a-dia e eu não me dava conta.
Aguardem-me!!!

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Acabou a farra!!!

Depois de 6 dias em casa, retornarei ao trabalho. E pensar que ainda faltam + ou - 45 dias para as férias!

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